A recuperação judicial da Casas Bahia (R$ 17,3 bi em dívidas, 298 lojas fechadas, ~3 mil demissões) reacendeu o debate sobre os limites do crescimento acelerado no varejo brasileiro. Além dos juros altos e do crédito mais caro, o caso expõe um erro recorrente entre empresas em expansão: confundir crescer com expandir de forma sustentável.
Dema Oliveira, especialista em expansão de negócios, está disponível para comentar:
- Por que crescimento acelerado nem sempre significa expansão saudável
- Os sinais de que uma empresa está crescendo além da sua capacidade de sustentar o próprio caixa
- Como decisões de redução (fechar lojas, cortar estoque, pausar contratações) podem ser estratégicas, não sinal de fracasso
- O que empresários de outros setores podem aprender com o caso Casas Bahia antes de expandir
Assim que obtermos as respostas voltaremos ao assunto.
Redação
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